Pesquisas Google

22 julho, 2009

My Idle Life
Um dos motivos de eu fazer esse blog no WordPress foi o fato de ele mostrar estátisticas sobre número de acessos, pageviews e etc.

Um dos recursos que ele tem é mostrar quais palavras foram procuradas no Google e resultaram em visitas no Blog. Qual não foi minha surpresa quando começaram a aparecer coisas, no mínimo, bizonhas. Aí vão alguns exemplos:

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Código Da Vinci

9 outubro, 2007

A continuação do Código Da Vinci

Assunto em debate para a continuação do Código Da Vinci:

NACIONALIDADE DE JESUS

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Cansei!

8 outubro, 2007

Não tenho mais saco de ficar escrevendo aqui, quem tiver algo que queira postar é só mandar um comentário e a gente se fala.

A Lista

18 setembro, 2007

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

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Nós e o Tempo

8 setembro, 2007

                   Olhando para a janela pude ver o céu lá fora e reparei em como o tempo está nublado, fechado, feio…  aí dei-me conta do efeito psicológico que o clima,uma coisa tão simples exerce sobre algumas pessoas, e eu, sou uma delas.Pessoas depressivas por exemplo,têm maior facilidade de “baixar o astral” em dias como hoje, com o tempo fechado,cinza.Fico admirado como por exemplo, o humor de meu pai muda conforme muda o tempo:se o tempo estiver bom,ELE estará bom,se o tempo não estiver bom,ele não estará.Embora eu não sofra de depressão,também sofro com o tempo fechado,ele me deixa mais melancólico(embora não mau-humorado como algumas pessoas),então começo apensar na minha vida, em tudo o que passei de ruim,mas em todas as coisas e pessoas boas que passaram por minha vida(ou pelas quais minha vida passou?).

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Planeta dos Macacos

3 agosto, 2007

Depois de um século sem postar, aí vai um texto q encontrei no perfil orkutiano de um amigo meu.

Mais de 10 bilhões de seres humanos compartilham este pequeno e combalido planeta. Não existem mais governos. As empresas resolveram assumir publicamente o que já faziam há anos por debaixo do pano, ou seja, mandam em tudo.
Não existe mais dinheiro físico. Apenas virtual. Os documentos seguiram o mesmo caminho. Agora, ao nascer, a pessoa tem implantado um chip em seu organismo que controlará todas as atividades do indivíduo até sua morte. Morte esta que foi adiada a níveis nunca vistos, já que o chip também controla as funções orgânicas e está ligado à uma central médica que alerta o cidadão em caso de alguma doença ou deficiência.
As pessoas não sabem mais escrever. Os computadores reconhecem voz e fazem este serviço por todos. Não existem mais HDs nos computadores ou qualquer tipo de mídia. Gigantescos computadores, ou os Grandes Servidores, como são conhecidos, guardam todas as informações que existem. Servidores estes que são controlados, óbvio, pelas grandes corporações. Daí o seu poder.
Não existe mais privacidade. O tal do chip que todos têm em seus organismos está ligado à sistemas GPS que localizam qualquer pessoa em qualquer lugar. Registram sua voz, o som ambiente, temperatura e até odores. Este último item em particular causa um certo desconforto tanto no emissor quanto no receptor por razões óbvias.
O consumo foi amplamente facilitado neste momento. Como todas as informações estão centralizadas, basta a pessoa ir a uma loja, pegar o produto que deseja e na saída passar por um aparelho que registra o número de seu chip e os produtos que levou. O dinheiro é automaticamente transferido da conta do cliente para a conta do comerciante. Não há mais vendedores, caixas, nada.
Numa evolução recente e extraordinária desta tecnologia, um novo chip é capaz de ler pensamentos. Resultado: as pessoas estão rapidamente deixando de falar, fato que está contribuindo decisivamente para a diminuição de conflitos e mal-entendidos (é assim que escreve?). É claro que ninguém lê o pensamento alheio sem autorização, já que cada um controla o que é compartilhado e o que não é. Exceção feita às grandes corporações que lêem o pensamento de quem bem entender sem pedir licença pra ninguém. Vantagens de se ter o poder.
Os celulares não existem mais. A capacidade de ler pensamentos associada aos Grandes Servidores tornou o homem capaz de se comunicar com quem quer que seja, apenas com a força de seu pensamento.
Acabaram-se as escolas. Todo conhecimento é transmitido wireless, para o chipizinho. Dizem até que os Grandes Servidores tem capacidade de interferir no pensamento das pessoas, incutindo idéias, formando opiniões, enfim, controlando mentalmente os portadores de chip. Mas ninguém nunca conseguiu provar isso. Até porque quem tentou, inexplicavelmente desistiu e mudou de opinião num piscar de olhos. Estranho…
No final das contas, os Grandes Servidores se transformaram numa espécie de consciência coletiva, acumulando todo o conhecimento humano. Os cidadãos agora são terminais de um grande computador. Como não poderia deixar de ser, boa parte da humanidade passou a adorar os Grandes Servidores como Deus. Santa tecnologia!
Não há mais guerras nem qualquer tipo de conflito, já que o poder está centralizado e não há razão para se disputar nada.
Há quem acredite que, em breve, o chip, como nos antigos celulares GSM, poderá ser retirado de um corpo defeituoso e ser instalado em outro novinho em folha, sem perda de informações. A tão sonhada reencarnação digital.
O ser humano, portanto, alcançou um nível de desenvolvimento jamais imaginado. Nunca uma espécie em todo o universo evoluiu tanto em tão pouco tempo. Que maravilha!
Um belo dia, por razões ainda desconhecidas, ocorreu uma crise energética de grandes proporções e os Grandes Servidores desligaram. Shut down, baby! Os que sobreviveram à hecatombe, se instalaram em cavernas e voltaram a estabelecer uma comunicação analógica, através de grunhidos incompreensíveis. Próxima parada: descobrir o fogo

Era uma vez…

18 julho, 2007

Era uma vez um cara perdido. Totalmente perdido. Não sabia o que fazia, nem porque fazia.

Nisso, em mais um desses dias perdidos, pelo acaso do destino, ele é posto em contato com uma pessoa, uma guria.

A princípio não dá muita importancia, seria mais uma das muitas pessoas que vê superficialmente todos os dias.

Aí novamente o tal destino, esse ao qual creditamos a maior parte das coisas boas e ruins de nossa vida, os põe frente a frente.

Ele que geralmente não se senta nada confortável na presença de pessoas ‘estranhas’, se sentia totalmente à vontade com ela.

Eles acabam se tornando colegas, quase no meio do semestre.

Aquela cadeira que era, com o perdão da palavra, ‘um pé no saco’, acaba se tornando a aula mais aguardada da semana.

Explico: esse cara não costuma ser muito sociável.

Em uma aula, é capaz de entrar quieto e sair calado, isso não é nem um pouco incomum para ele.

Ele tem um grupo fechado de amigos e mais alguns conhecidos com quem fala coisas banais ocasionalmente.

Voltando a ela: ela se mostra simpática, extrovertida, divertida. Exatamente o contrário da imagem que ele sempre mostrou.

Parece que eles podem falar sobre qualquer coisa honestamente, talvez porque não tenham medo de ser mal interpretados um pelo outro.

Eles têm muitas idéias em comum apesar de serem consideradas ‘erradas’ pelo senso comum.

As aulas e o ‘happy hour’ depois se tornam cada vez mais divertidos. Ela já está totalmente familiarizada ao grupo.

Não se sabe bem o momento exato quando isso ocorre, mas ele percebe que o que sente por ela é além da amizade.

A vida dele começa a se resumir a esses momentos em que está com ela, o resto é só o velho ‘StandBy’ de sempre.

Nesse meio tempo ocorrem eventos que podem mudar sua vida.

Ele não tá nem aí pra merda de vida dele. O que realmente o perturba é o fato de não vê-la mais, não ter a chance de falar tudo qu sente por ela.

Chance essa que ele teve muitas mas nunca conseguiu. Por que? Medo, insegurança.

Tudo bem que ela é super legal com ele, mas como saber se o que ela sente não é somente amizade. Será que ela não está somente sendo simpática?

Ele tem medo de arriscar e perder até a amizade dela. E afinal, por que diabos ela sentiria algo mais por ele? O que teria ele de interessante? Ele não sabe.

Nessa semana que ele fica longe tem tempo pra pensar sobre tudo isso, e percebe o quanto ela é importante. Como a vida sem ela perde todo o brilho.

Ele está de volta. A vida retorna a uma quase normalidade. E ele decidido a fazer alguma coisa.

Mas exatamente o que fazer ele não sabe. Ele só quer é ficar o máximo de tempo possível junto com ela. Ele se sente incrivelmente bem ao lado dela apesar de tudo que tem acontecido em sua vida.

Para piorar as coisas ele acaba descobrindo que ela está ‘ficando’ comum outro carinha. Ela fala isso com tal naturalidade na frente dele q pensa: Game Over.

Mas ele não se dá por vencido mesmo não sabendo como agir, mas continua ali, ao lado dela sempre que pode.

Novamente o destino, aquele que achamos que controla nossas vidas, acaba trazendo novas oportunidades. E de repente a campainha toca: é ela.

Ela está na casa dele, ele pensa: Ela aqui e mesmo assim eu não consigo fazer nada, eu sou loser mesmo!

Mesmo nessa ansiedade ele continua agindo normalmente, tentando encontrar o momento certo para agir.

O tempo passa rápido quando estão juntos, muito rápido. Começa a dar fome. Ele mora sozinho, isso quer dizer, sem nada pra comer no refrigerador.

Eles acabam saindo pra comer alguma coisa, está muito frio. Ela age com tanta naturalidade ao lado dele que ele não sabe como começar qualuqer coisa.

Eles acabam de comer, já é tarde. Está ainda mais frio. Eles vão quase abraçados para casa. Ela com frio, ele aproveitando esse contato mesmo que superficial.

Chegam em casa, ela está pálida de frio. Ela deita no sofá…

To be continued…or not.

PS: Sim, isso não é uma redaçao e eu não sou escritor. Mas esse blog é meu então escrevo como quiser!